Para uma leitura mais facíl, recomenta-se pág 8 e 9, em: http://www.adraces.pt/ficheiros/conteudos/1305727272Viver17.pdf
Eis o retrato de Louriçal do Campo presente. De forma clara e bem representada, a Presidente de Junta, Paula Reis, descreve os pontos fortes e pontos fracos da Freguesia. O combate à desertificação é o ponto mais alto tendo por prioridade o problema da fixação de pessoas originada pela falta de infra-estruturas que permitam a criação de postos de trabalho para os jovens.
Louriçal do Campo está envelhecido. Necessita de sangue jovem com vontade de interagir na resolução de assuntos de maior importância. A desertificação e a criação de postos de trabalho, são temas quentes.
Em minha opinião, as forças politicas, nomeadamente, o estado e a autarquia, estão na frente como causadores e principais responsáveis por este flagelo. Para os mais esquecidos, recordo que, a estas entidades é incumbida a obrigação de promover, estimular, apoiar a adopção de medidas politicas e operacionais que não condicionem o bem estar e a felicidade das populações que compõem as aldeias e, esta atitude não está a ser praticada.
O estado é detentor de grande parte dos terrenos circundantes a Louriçal do Campo. Embora tenham existido tentativas de negociação por parte da autarquia no sentido de adquirir partes destes terrenos, o estado não cedeu. A falta de terrenos adequados que promovam ao urbanismo é também um outro problema para Louriçal do Campo.
Por outro lado, vejamos que a força eleitoral (n.º de votantes) de Louriçal do Campo, não é determinante para as conquistas partidárias na autarquia, por isso, é natural que passemos para segundo plano quanto ao investimento por parte da autarquia.
O estado é detentor de grande parte dos terrenos circundantes a Louriçal do Campo. Embora tenham existido tentativas de negociação por parte da autarquia no sentido de adquirir partes destes terrenos, o estado não cedeu. A falta de terrenos adequados que promovam ao urbanismo é também um outro problema para Louriçal do Campo.
Por outro lado, vejamos que a força eleitoral (n.º de votantes) de Louriçal do Campo, não é determinante para as conquistas partidárias na autarquia, por isso, é natural que passemos para segundo plano quanto ao investimento por parte da autarquia.
Os Censos 2011(Informação preliminar) apontam para um crescimento populacional e habitacional na cidade de Castelo Branco. E as aldeias? Alguém se esqueceu delas? Como consequência, vem o abandono e de seguida, a desertificação.
Á cerca de um mês atrás, alguém me dizia que, no futuro, Louriçal do Campo não será mais que uma bela colónia de férias para os que estão fora e que daí saíram. Penso, com muita angústia e alguma tristeza, nesta afirmação, pois não quero sequer acreditar nela, mas penso !!!
xxcucoxx